Camponeses: uma reminiscência ou uma promessa? Talvez nenhuma das duas, nem saudosismo nem profetismo, ou as duas e outra mais: uma realidade camponesa atual que engloba um terço da população do mundo.
Camponeses: uma reminiscência ou uma promessa? Talvez nenhuma das duas, nem saudosismo nem profetismo, ou as duas e outra mais: uma realidade camponesa atual que engloba um terço da população do mundo.
"La ofensiva de las grandes empresas capitalistas nacionales y multinacionales que intentan controlar y monopolizar la fuente de energía renovable etanol se produce como una avalancha: derriba o destruye cualquier barrera que se le interponga, sea económica, política, ideológica o institucional.... Esta nueva lógica del capital verde intenta superar el conflicto producción de alimentos Vs. producción de agrocombustibles y esconde la apropiación privada de la tierra y el control financiero de las plantas y distribución de los combustibles (alcohol y diesel vegetal) por parte del capital extranjero. Desde el punto de vista político e ideológico, el etanol celulósico facilita la manipulación de la opinión pública y la cooptación de ONGs cercanas al capital"
"A implantação desse imperialismo verde demanda estabilidade social no país, já em curso pelas empresas multinacionais e pelo governo. O que significa o controle social dos movimentos sociais populares, sindicatos de trabalhadores, pastorais e ong’s críticas, seja através da cooptação e ou da repressão; o livre acesso às terras devolutas e dos latifúndios sem ameaças de reforma agrária e ocupações de terras; a flexibilidade das relações de trabalho assalariado no campo... e a redução da importância das medidas governamentais de fiscalização da predação do meio ambiente"
Nem sempre os camponeses e os trabalhadores rurais do Brasil conseguem manter a sua histórica conformidade com o curso dos acontecimentos econômicos, sociais e políticos que se sucedem na sociedade da qual fazem parte. Nem sempre mantém a silenciosa resignação perante a exploração, a subalternidade e a exclusão social que latifundiários, grandes empresas capitalistas, madeireiros, mineradoras e grileiros lhes impõem