Gabriel Bianconi Fernandes

Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável que avança e pede alternativas urgentes

Ao mesmo tempo em que caminha para adotar as mais avançadas biotecnologias, o modelo agrícola brasileiro impulsiona o uso crescente de agrotóxicos bastante antigos, alguns dos quais já banidos em outros países. Um volume significativo desses produtos é aplicado em lavouras transgênicas, oficialmente introduzidas no Brasil há cerca de 15 anos e exatamente com o propósito de reduzir o uso de agrotóxicos. Este é o tema tratado no livro “Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável.

Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável que avança e pede alternativas urgentes

A espiral dos agrotóxicos: saídas por dentro da democracia e por fora do agronegócio

Quantos novos registros para agrotóxicos foram emitidos no Brasil desde o início de 2019? Por mais bem informado que você seja, é grande a chance de sua resposta já estar desatualizada (o mesmo vale para os números aqui apresentados). Isso porque o ritmo dessas aprovações tem sido intenso e difícil de ser acompanhado por qualquer um que não seja leitor assíduo do Diário Oficial da União. Em meio a uma enxurrada de liberações, este texto procura discutir algumas das causas e consequências de tal fenômeno e apontar possíveis alternativas.

A espiral dos agrotóxicos: saídas por dentro da democracia e por fora do agronegócio

Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável que avança e pede alternativas urgentes

Ao mesmo tempo em que caminha para adotar as mais avançadas biotecnologias, o modelo agrícola brasileiro impulsiona o uso crescente de agrotóxicos bastante antigos, alguns dos quais já banidos em outros países. 

Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável que avança e pede alternativas urgentes

Transgénicos

A aprovação do feijão transgênico da Embrapa permitiu reavivar a promessa de que a transgenia abrirá caminho para uma revolução na alimentação. Foi o mote perfeito para tirar o foco do fato de esse mercado ser dominado por poucas multinacionais que patenteiam as sementes e tiram de circulação as não transgênicas.

Brasil: Feijão transgênico. E se os doutores estiverem errados?