Sistema alimentario mundial

O novo petróleo? Gêneros alimentícios e food-inflation

No final de agosto passado, a big rotation posta em ato por Warren Buffett em seu portfólio de ações causou sensação e ganhou as manchetes de todos os jornais: o oráculo de Omaha havia quebrado seu histórico tabu contra o ouro. Mau sinal, se pensou. Mas alguém percebeu algo a mais, examinando os investimentos da Berkshire Hathaway: 6 bilhões de investimentos em títulos das cinco principais sogo shosha japonesas, igual a 5% do pacote de ações de cada uma. Mais conhecidas como general trading companies, são conglomerados muito difundidos no Japão e que de fato operam ao longo de toda a cadeia de produção, com investimentos diretos que vão da manufatura à importação de alimentos, dos têxteis à tecnologia. Na verdade, atores vitais na economia japonesa que rapidamente se tornaram também atores no plano global.

O novo petróleo? Gêneros alimentícios e food-inflation

Una reconexión de los alimentos, la naturaleza y los derechos humanos para superar las crisis ecológicas

La producción y disponibilidad de alimentos nutritivos, saludables y culturalmente adecuados depende de ecosistemas que funcionan bien, pero también de nuestra capacidad para reconocer los derechos humanos y los valores intrínsecos de otros seres vivos, desde animales y plantas hasta microorganismos.

Una reconexión de los alimentos, la naturaleza y los derechos humanos para superar las crisis ecológicas

Foto del sitio: BBC

O Dia Mundial da Alimentação começou a ser celebrado em 1981, como uma forma de conscientizar a população de que é preciso se manter informado em questões como nutrição e alimentação para manter a saúde em dia e para organizar a luta contra a fome. O Dia Mundial da Alimentação é comemorado em 16 de outubro em mais de 150 países. Esta data é marcada também pela criação da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.

Dia Mundial da Alimentação 2020: aumenta a fome no mundo

Manifesto popular contra a fome e pelo direito de se alimentar bem

"Neste Dia Mundial em Defesa da Alimentação, temos a responsabilidade de nos dirigir à sociedade brasileira para manifestar nossa grande preocupação com a fome que se agrava em nosso país. A produção de alimentos depende da preservação ambiental e da biodiversidade dos biomas. Para manter as florestas em pé, precisamos dos povos do campo, das águas e das florestas, VIVOS e em seus TERRITÓRIOS", escrevem movimentos populares, entidades e sindicatos do campo e da cidade, no Dia Mundial da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, para o Manifesto Popular contra a fome e pelo direito de se alimentar bem. 

Manifesto popular contra a fome e pelo direito de se alimentar bem

Hambre y crisis ambiental, los rostros del naufragio humano anunciado

La inercia puede ser tan fatal como las hambrunas. Y si la pandemia anticipa nubarrones antisociales cada vez más oscuros, la búsqueda de alternativas se vuelve una necesidad imperiosa. Los organismos internacionales promueven iniciativas. La juventud ambientalista, gana las calles.

Hambre y crisis ambiental, los rostros del naufragio humano anunciado

Un mundo cada vez más hambriento pierde o desperdicia 1.300 millones de toneladas de alimentos al año

Entre un cuarto y un tercio de los alimentos producidos anualmente para consumo humano se pierde o se desperdicia: 1.300 millones de toneladas. Un reciente estudio de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura calcula que esta cantidad sería suficiente para alimentar a 2.000 millones de personas. Se trata de uno de las grandes tareas pendientes para lograr la seguridad alimentaria plena.

Un mundo cada vez más hambriento pierde o desperdicia 1.300 millones de toneladas de alimentos al año

El colapso de la soja

"Venimos insistiendo en la necesidad de transformar nuestro consumo alimentario y nuestro modelo de producción; se hace mucha política respecto a la necesidad de cambiar la matriz energética para buscar las menos contaminantes; pero si no nos preguntamos, como dice el informe, para qué y para quién necesitamos tanta energía solo cambiaremos una deforestación por otra. Una desaparición por otra. Una pandemia por otra. Una injusticia por otra".

El colapso de la soja

Autora: Elizabeth Bravo. Diseño e ilustración: Santiago Quevedo.
Boletín #19 

La nueva ruta de la seda, no es sólo un complejo de proyectos integrados de infraestructuras repartida por los cinco continentes; o un plan estratégico de ramificaciones geopolíticas y económicas controlados por China, sino toda la influencia que este país está ejerciendo en ciertas zonas del planeta a través del comercio internacional de commodities.

La nueva ruta de la seda, Covid y la industria cárnica