“Corresponde a la sociedad civil organizada llamar la atención del mundo sobre la gravedad del estancamiento experimentado por la humanidad, y la imposibilidad del sistema económico, político y cultural dominante de apuntar soluciones y conducir salidas a la crisis. Pero también es su responsabilidad, afirmar y demostrar otros caminos posibles”.
FASE
As mudanças climáticas e a mercantilização do clima estão afetando diretamente os grupos sociais com quem a FASE atua no enfrentamento e na proposição de alternativas ao insustentável e desigual modelo de produção, distribuição e consumo.
Autor | FASE | Idioma | Portugués | Pais | Brasil-EEUU | Publicado | 16 octubre 2006 22:03:49
No início desta semana, grupos dos EUA como Projeto de Justiça Global ( Global Justice Project), PARA Árvores GM ( STOP GM Trees), Aliança Dogwood, e ForestEthics organizaram um fórum público, coletiva à imprensa e divulgaram um relatório muito crítico sobre plantações de árvores em larga escala e árvores GM
“A empresa não tem prerrogativa de apontar o dedo e dizer se somos índios ou não ou se os quilombolas são quilombolas ou não. Ela nos acusa de cometer atos violentos, mas o que é violento? É a Polícia Federal tirar nosso sangue como fez em 20 de janeiro quando nos expulsou da aldeia que reconstruímos e que a empresa destruiu para plantar eucalipto ou é nossa ação de cortar os eucaliptos?"
Nós cidadãos, pagadores de impostos, representantes de organizações sociais e membros de organizações não governamentais viemos a público para tornar manifesto nossa indignação com estes fatos relatados e pedimos que a comunidade universitária e população em geral reaja a estas tentativas de privatização do pouco que ainda resta deste patrimônio social que é a universidade pública, gratuita e autônoma!
A Via Campesina Brasil (composta por Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Movimento das Mulheres Camponesas, Movimento dos Pequenos Agricultores e Movimento dos Atingidos por Barragens) tem servido de exemplo internacional de ação coletiva para um novo protagonismo no terreno dos direitos sociais individuais e coletivos
28, 29 e 30 de novembro de 2005, Gragoatá, Niterói: Chamamos de Racismo Ambiental às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma desproporcional, sobre etnias vulnerabilizadas. O Racismo Ambiental não se configura apenas através de ações que tenham uma intenção racista, mas igualmente através de ações que tenham impacto racial, não obstante a intenção que lhes tenha dado origem
Sociedade civil já estão se mobilizando para pressionar o governo a fim de que as conquistas sobre o controle da produção e uso dos agrotóxicos no Brasil sejam garantidas

