Tribunal declara o governo federal culpado pelo aumento da fome no Brasil

O poder executivo é acusado por violações ao Direito Humano à Alimentação e Nutrição Adequadas e de estar livre da própria fome.

O Tribunal Popular da Fome, iniciativa realizada pela Conferência Popular por Democracia, Direitos, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (SSAN)¹, declarou que o Governo Federal é culpado pelo aumento da fome no Brasil. A iniciativa acusa o poder executivo, na figura do presidente Jair Bolsonaro, por violações ao Direito Humano à Alimentação e Nutrição Adequadas e de estar livre da própria fome. A sentença foi dada pelos juízes Rosemberg Morais Caitano e Noemi Rangel Monteiro.

A advogada Deborah Duprah e o professor Flávio Bastos fizeram parte da acusação e representantes de movimentos e organizações sociais foram ouvidos como testemunhas. O julgamento foi realizado de forma virtual  no Youtube da Conferência.

Recentemente, a decisão foi entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a sentença seja anexada aos processos das Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais (ADPF) de números 831 e 835, que tratam da fome no Brasil. As petições foram feitas a Ministra Rosa Weber e o Ministro Dias Toffoli.

- Acesse aqui a sentença completa:

Referencia:

[1] A FASE integra a Conferência.

Fonte: Fase 

Temas: Criminalización de la protesta social / Derechos humanos, Soberanía alimentaria

Notas relacionadas:

Campanha de solidariedade envia primeiro carregamento de medicamentos à Cuba

Campanha de solidariedade envia primeiro carregamento de medicamentos à Cuba

México envía nuevo embarque con 1.193 toneladas de ayuda humanitaria a Cuba en dos buques

México envía nuevo embarque con 1.193 toneladas de ayuda humanitaria a Cuba en dos buques

Fallo de la Corte de EE.UU anularía bloqueo petrolero contra Cuba

Fallo de la Corte de EE.UU anularía bloqueo petrolero contra Cuba

Imagem da visita parlamentar de 1983 mostra um trabalhador fugido da Fazenda Volkswagen dentro da caminhonete, após ser capturado pelo “gato” Abilão/ Créditos: Arquivo pessoal/Expedito Soares

Volkswagen volta ao banco dos réus por trabalho análogo à escravidão no Pará

Comentarios