Felipe Milanez

É urgente combater o plano de holocausto ecológico do bolsonarismo

"No Ministério da “Destruição” do Meio Ambiente, temos assistido atônitos a implantação de uma política pública do desastre (e desastres são sempre socialmente desiguais), por meio de um plano de aceleração do holocausto ecológico. Este talvez o mais cruel e violento de todos os projetos do novo fascismo de Bolsonaro: aquele que vai inviabilizar a vida das próximas gerações de brasileiros, promover o colapso ecológico e exterminar tantas outras vidas não humanas".

É urgente combater o plano de holocausto ecológico do bolsonarismo

Masacre Par 26-05-17

"O golpe e a força política ruralista em Brasília mandaram uma carta branca para a pistolagem na Amazônia. Estamos vivendo o tempo da morte. E o massacre de nove homens e uma mulher em Pau D'Arco, na fazenda Santa Lúcia, no sul do Pará, traz de volta a memoria de tempos terríveis."

Brasil: Pará, sangrento Pará

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Publicações da Pastoral da Terra e do Instituto Socioambiental revelam aumento da violência contra indígenas, quilombolas e trabalhadores do campo.

Brasil: Relatórios mostram um país destruidor e genocida no campo e a floresta

Nuevos paradigmas

"El extractivismo no es el camino hacia un imposible desarrollo (eso más, un desarrollo eminentemente capitalista), menos aún hacia el Buen Vivir. La construcción del Buen Vivir, que es la meta que debe inspirar el post-extractivismo, hay que asumirla como una alternativa al desarrollo. Es más, el Buen Vivir no solo critica el desarrollo, lo combate, así como combate a la propia lógica del capital."

¡El Buen Vivir es para todos y todas, o no lo es! Entrevista con Alberto Acosta, economista y político ecuatoriano

Extractivismo

"A bancada ruralista no Congresso avançava na defesa de seus interesses, garantindo um novo código florestal, financiamento para seus projetos, ameaças a direitos indígenas, paralização das demarcações e, nesse mesmo sentido, facilidades em mecanismos mais sofisticados, juridicamente, de regularização da grilagem de terra."

Grilagem de terra e saque de recursos: a máquina de matar na Amazônia

Tierra, territorio y bienes comunes

Nesse domingo, 24 de maio, completam-se quatro anos do assassinato de José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santos, em Nova Ipixuna, Pará. O crime foi sucedido, naquele momento, por uma série de outras mortes, espalhando ainda mais sangue na Amazônia, como o assassinato de Adelino Ramos, em Rondônia, no dia 27 de maio, no total de 29 assassinatos no campo no Brasil inteiro – e entre elas, a de Nísio Gomes, liderança Guarani Kaiowa no Mato Grosso do Sul.

Brasil: Grilagem de terra e saque de recursos, a máquina de matar na Amazônia

Tierra, territorio y bienes comunes

O avanço do Congresso mais reacionário desde a redemocratização sobre direitos coletivos tem mais um capítulo em aberto: o PL n.º 7.735/2014, atual PLC n.º 02/2015. Trata-se de uma nova medida legislativa que visa privatizar o acesso e a exploração econômica da biodiversidade e da agrobiodiversidade brasileiras, bem como dos conhecimentos tradicionais associados, contra os direitos comuns de sociedades indígenas, comunidades tradicionais e os agricultores familiares.

Brasil: Mobilização contra lei que regulamenta a biopirataria

Pueblos indígenas

O Ministério de Minas e Energia adiou, no último dia 17, o leilão da Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no Pará, alegando a necessidade de adequar estudos indígenas. Era o mínimo a ser feito, tendo em vista que, desde a construção da Usina Hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo(AM), um projeto tão violento e ilegal contra os índios e, portanto, contra a sociedade brasileira, não acontecia no Brasil. Para construir a Usina Hidrelétrica São Luiz do Tapajós, no Pará, além de alagar terras indígenas, o governo cogitava remover três aldeias do povo Munduruku, contrariando o artigo 231 da Constituição Federal.

Brasil: Relatório recomenda remover aldeias e alagar área indígena para construir usinas no Tapajós