Vivência agroecológica mostra realidade dos territórios da Reforma Agrária

Jovens devem conhecer formas de organização coletiva, produção de alimentos e cotidiano da luta pela terra. 

A programação deve contar com momentos de formação, debates, visitas guiadas pelo lote, apresentação dos módulos de Sistemas Agroflorestais (SAF), além de atividades práticas de manejo agroecológico e plantio de adubação verde | Foto: Divulgação MST em SP

Nos dias 20 e 21 de junho, será realizada a Vivência Agroecológica Sem Terra, no Lar de Pesquisas Agroecológicas Abacateiro, localizado no assentamento Agroecológico Egídio Brunetto 01, em Lagoinha, no Vale do Paraíba (SP).

A atividade – organizada pelos formandos de Técnica em Cooperativismo do Instituto Educacional Josué de Castro de Viamão (RS) – tem como proposta aproximar os participantes da realidade dos territórios da Reforma Agrária Popular, criando um espaço de aprendizado, troca de experiências e contato direto com práticas agroecológicas. Durante a vivência, os participantes poderão conhecer melhor as formas de organização coletiva, produção de alimentos e experiências construídas no cotidiano da luta pela terra.

A programação deve contar com momentos de formação, debates, visitas guiadas pelo lote, apresentação dos módulos de Sistemas Agroflorestais (SAF), além de atividades práticas de manejo agroecológico e plantio de adubação verde.

Vivência mostra a realidade dos territórios da Reforma Agrária Popular enquanto espaço de aprendizado, troca de experiências e contato direto com práticas agroecológicas | Foto: Divulgação MST/SP

Entre os temas que serão trabalhados estão agroecologia, cooperação, Reforma Agrária Popular, organicidade do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e análise de conjuntura.

A vivência também será uma oportunidade para conhecer a Associação Agroecologia e Resistência e a Turma Elza Soares, formada por estudantes do curso técnico em Cooperativismo. Além da parte formativa, a atividade também busca ajudar financeiramente a turma, que está organizando sua formatura prevista para outubro.

O valor da participação será de R$ 200,00 por pessoa. Também está prevista a existência de vagas sociais para assentados da reforma agrária e filhos de assentados. Os participantes ficarão alojados no próprio Lar de Pesquisas Agroecológicas Abacateiro, onde também será organizada a alimentação durante os dois dias.

A Vivência Agroecológica Sem Terra será um momento importante de encontro, aprendizado e construção coletiva. A iniciativa busca fortalecer a relação entre campo e cidade, valorizar os saberes populares e mostrar, na prática, a importância da agroecologia e da Reforma Agrária Popular.

Editado por: Gilson Camargo

Fuente:  Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

Temas: Agroecología, Formación

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