Desafio éticos, filosóficos e políticos da biologia sintética

Idioma Portugués

O presente texto aspira a uma reflexão crítica sobre o papel das ciências humanas ante esta disciplina emergente, sondando os desafios éticos, filosóficos e políticas que a biologia sintética suscita. Para isso, analisam-se os pressupostos políticos do projeto da “bioengenharia”, tanto no que se refere à sua compreensão tácita da vida, como ao modo em que concebe a relação entre tecnociência, sociedade e vida, que constitui todo um programa.

Em sua 200ª edição, Cadernos IHU ideias, publica o texto Desafios éticos, filosóficos e políticos da biologia sintética de autoria de Jordi Maiso, doutor em filosofia do Instituto de Filosofia do Consejo Superior de Investigaciones Cientificas de Madrid

O intento de sentar as bases para converter a biologia em objeto de engenharia é hoje uma prioridade na agenda de investigação científica. A bioengenharia permitiria fabricar e obter o que queiramos a partir da matéria viva, abrindo novos potenciais de expansão para a incipiente bio-economia. No entanto, este projeto também levanta numerosas incertezas e possíveis problemas.

O presente texto aspira a uma reflexão crítica sobre o papel das ciências humanas ante esta disciplina emergente, sondando os desafios éticos, filosóficos e políticas que a biologia sintética suscita. Para isso, analisam-se os pressupostos políticos do projeto da “bioengenharia”, tanto no que se refere à sua compreensão tácita da vida, como ao modo em que concebe a relação entre tecnociência, sociedade e vida, que constitui todo um programa.

O objetivo é oferecer uma panorâmica das problemáticas que emergem com a nova disciplina para tentar ver seu possível impacto a médio e longo prazo.

Esta e outras edições do Cadernos IHU ideias podem ser adquiridas diretamente no Instituto Humanitas Unisinos - IHU ou solicitadas pelo endereço humanitas@unisinos.br.

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Temas: Nuevas tecnologías

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